Paranerdia 104 – Turma da Mônica

Vitrine de apresentação do episódio 104 do podcast Paranerdia. Tema: turma da Mônica

Saudações dentuças queridos ouvintes!

Em uma homenagem (muito atrasada) aos 80 anos do querido Maurício de Souza, eis que surge o 104º episódio do Paranerdia. E neste episódio, eu Alexandre “NerdMaster” trouxe meu quadrinhologista de estimação Matheus “HQ-Man” Vale e o convidado Giuliano “Juba-kun” Peccili do jWave para um papo super divertido sobre a turminha mais adorada dos quadrinhos nacionais!

Saiba neste episódio:

  • Como cada participante iniciou sua vida no Bairro do Limoeiro?
  • Por que o Cebolinha é esquizofrênico?
  • Quem é Nicodemo?
  • Quais são as “famílias” da Maurício de Souza Produções?
  • Qual personagem merece a expressão “Poxa, que Coxa?!?”?
Dúvidas? Sugestões? Broncas?

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Trilha Sonora deste Cast:

  • Os Seminovos – Luke, Eu sou seu Pai (tema oficial dos recados)
  • Temas variados da Tuma da Mônica

13 Responsesto “Paranerdia 104 – Turma da Mônica”

  1. Uma honra fazer parte da história do Paranerdia, antes de mais nada sou um grande fã do seu trabalho e foi muito legal participar da edição… Espero que essa nossa parceria dure um bom tempo. Abraços! Vida Longa e Próspera

  2. Dênis disse:

    Caramba muito bom o podcast !! Ai Alexandre… de fato, quando eu era criança a Marina era a minha personagem favorita rsr…..

  3. Denis disse:

    … na verdade, eu quis dizer a Tina ..rsr

  4. Pelezinho nos anos 70 foi pela Editor Abril – eu sou o feliz proprietário de algumas edições (de antes de eu ter idade pra saber ler, "herdei" a coleção da mãe de uma amiga que me presentou – ela tinha trabalhado na Abril).

    O Horácio surgiu nas tiras do Piteco, depois ganhou histórias solo. Tanto que no "mundo do Horácio" não existem humanos (o mais próximo disso são os Napões – os narigudos que vivem em sociedades que parodiam sociedades humanas).

    Bela lembrança da família Sousa, aliás. Histórias adultas, incorretas pra caramba. Saiu um livreto de bolso há uns 3 anos só com as tirinhas dos Sousa. Certeza que no mundo de hoje as tirinhas deles causaria um furor nas redes sociais – lembro de uma onde um dos Sousas está demitindo a secretária porque comprou uma secretária eletrônica que faz tudo o que a funcionária faz. No quadrinho seguinte, a secretária está sentada no colo dele, fazendo um carinho e perguntando "faz tudo mesmo?" – E no último quadrinho o Sousa está demitindo o aparelho.

    E as vezes os Sousa apareciam em HQs das revistas regulares. Em uma história, o Sousa que é solteiro está indo levar flores para a mulher amada mas chega atrasado, tem outro cara se declarando. A história então segue com a vida desse casal, noivando, casando, tenho uma filha, a filha crescendo. No último quadrinho, O Sousa (20 anos mais velho) está indo dar as flores pra garota (e chega atrasado de novo).

    Ah, o Louco existe porque já interagiu com outros personagens. E isso caiu completamente por terra nas HQs da revista Parque da Mônica (já que tinha a casa dele e ele recebendo todos lá).

  5. Tenho certeza que o Nerdmaster lembrou da história que a Tina está com insônia, e passa a historinha inteira de camisolinha transparente (ok, eu acho que o transparente foi só minha imaginação).

    A Xábeu, irmã do Xaveco, aparece a primeira vez numa história onde ele está doente e o Cebolinha e o Cascão invadem o quarto dele. Depois que ela entrou no "universo" da turma do limoeiro, ela já trabalhou na venda, foi babá do Cebolinha (essa HQ foi adaptada pra animação, é onde o Cascão pergunta se meninas fazem cocô) e deu dicas de moda pras meninas…

  6. O verdadeiro Cebolinha era um garoto da rua: http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/not… – Há quem diga que o primeiro desenho do Cebolinha quem fez foi o pai do Mauricio, zombando do garotinho da rua.

    Na verdade o pai da Mônica é "derivado" do próprio Maurício (numa versão "jovem" – aos 30 anos). Mas oficialmente, agora, o próprio Maurício nas HQs é pai da Marina (pra justificar ela ter o lápis mágico). E nos anos 80 era comum os personagens invadirem o estúdio. No gibi número 200 do Chico Bento todo o estúdio vai até o sítio fazer a festa (na trama, o Chico vai esperar dois deles na estrada que estavam trazendo 200 gibis pra distribuir na Vila Abobrinha e acaba encontrado dois bandidos que haviam roubado 200 mil dólares no banco – mas dizem estar carregando 200 "pacotes" – o que faz o Chico achar que os gibis, então, estão embrulhados – e quando ele finalmente mexe no dinheiro, acha estranho que todas as "páginas" estão iguais e que o sujeito desenhado lá não parece nada com ele).

  7. A Mônica já substituiu o Robin numa HQ dos anos 80 (ele estava com cachumba) – e foi quando o "Bátimão" optou por trocar o símbolo do morcego no holofote por um coelho. Nessa HQ, roubaram os pneus do Batmóvel.

    Usar referência como paródia ou apenas citação não dá problema, mas na legislação brasileira o homenageado pode, sim, vetar a homenagem, mesmo com nome escrito errado. Principalmente se o "ofendido" considerar que a homenagem se trata de plágio.

    Sobre os personagens esportistas: O projeto do "Dieguito" não foi em frente, porque foi na época que o Maradona teve algum problema (não sei se foi jogar na Europa ou se foi já o problema com drogas). O mesmo aconteceu com o projeto do Ronaldo Fenômeno (abortado antes de ser lançado). A do Ronaldinho Gaúcho já parou. Mas embora provavelmente o Maurício de Sousa tenha sido pioneiro com o Pelezinho (em quadrinhos, já que em animação os Harlem Globetrotters já tinham sido explorados muito antes pela Hanna Barbera), já tivemos gibis do Oscar (jogador de basquete) e o já citado Senninha.

    A imensa maioria dos roteiros das animações são adaptações de quadrinhos, desde as dos anos 80 até os atuais. Os únicos que são realmente roteiros originais são "A princesa e o robô" (que é o primeiro longa metragem de fato – e o foco da história nem é nas crianças, e sim no Lorde Coelhão) e "Uma Aventura no Tempo", já desse século (e que teve todos os personagens – até uma pontinha do Chico Bento). Esse longa estabelece que Papa Capim vive no passado (época dos Bandeirantes) e o Astronauta no futuro – onde o Cebolinha o ajuda a enfrentar a CABELEILA NEGLA.

    O Plano sangrento é uma HQ, assim como todas as que passam no Cartoon Network. Na série "video gibi" (dos anos 90) eles adaptaram histórias bem antigas, como a do soro da invisibilidade (que é do primeiro ano das revistas nos anos 70). Na série mais recente, produzido pela Digital 21, são histórias mais recentes. Teve alguns episódios que foram produzidos na China, mas o Maurício encerrou a "parceria" porque as animações vinham bem diferente (na da turma no zoológico dá pra notar bem a alteração de qualidade).

    A Princesa e o robô não pode ser lançado por conta dos direitos autorais da trilha sonora (só autorizava o lançamento pra cinema e VHS). A Turma da Mônica tem um canal no youtube oficial: https://www.youtube.com/user/turmadamonicaTV

    Uma coisa importante sobre as "correções" das histórias antigas da Turma da Mônica: Antes da "moda" do politicamente correto, o Maurício já tinha dado ordem, pra, por exemplo, qualquer personagem fumando não aparecesse mais.

    Sobre a Turma da Mônica pixadora, tem uma HQ (também dos anos 80) que um começa a zombar do outro com caricaturas no muro… Até o dono do muro (um grandalhão) chegar e obrigar a todos a pintar o muro de novo.

    E o autor do tumblr citado é o Pablo Peixoto, do Quatro Coisas.

  8. A Turma da Mônica, arrisco dizer, está ainda mais divertida hoje. Tem vários subtextos mais adultos aparecendo em algumas histórias – como uma em que o Rufios, o cachorro mais bravo da rua, vai batendo de porta em porta de cada roteirista pra tirar satisfação do porquê escrevem sempre o nome dele errado e, ao chegar na casa do Emerson (que mais escreve as histórias do Xaveco e da Denise), o próprio Xaveco "sai do armário".

    O mesmo Xaveco já foi inserido num contexto mais "sério", porque, agora, ele é filho de pais separados – e as histórias com o pai dele tomando conta é sensacional (a maioria história muda).

  9. Kanta disse:

    Nico Demo voltou em algumas edições quando TMJ foi para a Panini

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