Paranerdia 117 – Guerra nas Estrelas 1, 2 e 3

Vitrine do episódio 11 do Paranerdia sobre o tema Guerra nas Estrelas 1, 2 e 3 convidados Leonardo Miotti do Portal Refil e Domingos Santos do Cast Wars

Saudações quadragenárias queridos ouvintes!!

Neste 117º episódio do Paranerdia nós comemoramos os 40 ANOS da estréia do episódio IV de uma das sagas mais amadas do cinema mundial: Guera nas Estrelas!!

E para comemorar esta alvissareira data, eu Alexandre NerdMaster chamei meu irmão de consideração Leonardo Miotti do Portal Refil e o sr. Domingos Coelho do Cast Wars para destrincharmos os três filmes prequels da saga: Ep. I – A Ameaça Fantasma, Ep. II – O Ataque dos Clones e Ep. III – A Vingança de Sith.

Saiba neste episódio:

  • Para quem foi feito estes filmes?
  • Quem entrou no cinema só pra ver um trailer do ep. 2?
  • O que se salva desses filmes?
Dúvidas? Sugestões? Broncas?

Mande-nos um e-mail para  paranerdia@paranerdia.com.br ou clique aqui e utilize nosso formulário de contato

Trilha Sonora deste Cast:

  • Os Seminovos – Luke, Eu sou seu Pai (tema oficial dos recados)
  • Os Seminovos – Luke, Eu sou seu Pai
  • Tema de Guerra nas Estrelas
  • Músicas variadas dos filmes 1, 2 e 3

Comentados nos recados:

Comentados no Cast:
Comentados nos Emails:
  • Gif do Dougkuro sobre Doctor Who

 

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Vida Longa e Próspera

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4 Responsesto “Paranerdia 117 – Guerra nas Estrelas 1, 2 e 3”

  1. Paulinho quinzekg disse:

    AAAAAAAAAAH
    mas que delícia cara!

  2. sapobrothers disse:

    A prova mais contundente que George Lucas não pensou nem em 12, nem 9, nem 6, nem mesmo em 3 filmes para Guerra nas Estrelas quando escrevia o primeiro está no fato de que… Como Darth Vader iria não saber onde estava o filho dele… Se ele teria ficado MORANDO NO MESMO LUGAR?
    É bem óbvio que ele viu que dava pra explorar mais o "sub-vilão" do primeiro filme e o transformou na peça central da história toda só a partir do segundo filme.
    E aí, claro, pensando no feedback do vilão, pensou em como poderia contar mais histórias e a saga inteira e fica nítido que ele se apaixonou tanto pelo personagem que até deu uma "redenção" pra ele, no final do episódio 6.

    E foi esse vínculo afetivo dele com a própria criação o principal calcanhar de aquiles dessa trilogia. Ele tentou construir um Darth Vader humano, que se apaixonou, que foi "seduzido" pelo lado negro, que blá blá blá ninguém se importa. Eu lembro da vergonha alheia que eu sentia nas propagandas sobre o filme com o George Lucas falando sobre o Anakin e a Amigdala… Ao que parece ele não faz a menor ideia de como duas pessoas interagem "no mundo real" – e isso nota-se porque o Harisson Ford já fazia pouco dos diálogos sofríveis que ele escrevia.

    E o que não sobra é buraco de roteiro entre as duas trilogias. Como a princesa Leia lembra do rosto triste da mãe… Que MORREU NO PARTO?

    Que trapaça GROSSEIRA apagar a memória dos dróides… Ou ter que assumir que o Obi Wan fingiu ao dizer que não os conhecia…

    Mas aí, também, entende-se: Ele nem pensou direito em que história contar no que se refere aos detalhes. Fora o comichão desesperado que o cara tem de ficar REFAZENDO a história, mudando detalhes, alterando perfis e… Enfim. Star Wars está melhor longe das mãos dele.

  3. gutolimasantos disse:

    Saudações, mestre!
    Vou contar como tornei-me um fã de Guerra nas Estrelas: diferente da maioria, não me interessava pela saga. Sempre que tentava assistir o Episódio 4 eu desistia pois ficava entediado logo no início por causa do ritmo lento das cenas do R2-D2 e C3PO vagando pelos desertos em Tatooine. Foi somente em 2004, já com meus 26 ou 27 anos, quando comecei a trabalhar numa empresa de tecnologia, um meio dominado por nerds, que fui convencido a assistir os filmes e então seduzido pelo lado fanboy da Força! Após assistir em DVD a todos os filmes lançados até aquele momento, já havia me tornado fá, e em 2005 ví o Episódio 3 no cinema. Ainda lembro do estrondo dos tambores reverberando por toda a sala de cinema nos segundos iniciais do filme, naquela batalha na órbita de Coruscant.
    Episódio 3 realmente é o melhor dessa segunda leva de filmes, que só não são um completo desastre graças às trilhas sonoras espetaculares do incomparável John Williams.
    Obrigado pelo ótimo programa e que a Força esteja com você!
    Obs.: só agora reparei que meu nome está grafado errado junto aos demais mecenas. É Gutenberg e não Guttemberg. 😉

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