Paranerdia 93: Radiação

Vitrine-ep93

Saudações radioativas queridos ouvintes!

Aproveitando o hype da estreia do filme Homem-aranha 2: A Ameaça de Electro, eu Alexandre “NerdMaster”, meu biólogo de plantão Vitor Hugo Mota e nossa convidada Erika Schmeiske conversamos sobre RADIAÇÃO e seus efeitos em seres vivos!

Saiba neste cast:

  • O que é radiação?
  • Quais são os tipos de radiação que existem?
  • Como funcionam as usinas nucleares?
  • Quais são os maiores nomes na ciência radioativa?
  • Que personagens pop tem origens radioativas?
Dúvidas? Sugestões? Broncas?

Mande-nos um e-mail para  paranerdia@paranerdia.com.br ou clique aqui e utilize nosso formulário de contato

Trilha Sonora deste Cast:

  • Os Seminovos – Luke, Eu sou seu Pai (tema oficial dos recados)
  • Oingo Boingo – Weird Science
  • Ramones – Spiderman
  • DernzohN – Álbum Radioactivity

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Comentados nos recados:

Comentados no cast:
RESULTADO DO SORTEIO PARANERDIA/TAVERNA DO OGRO ENCANTADO
vencedor
Vida Longa e Próspera
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12 Responsesto “Paranerdia 93: Radiação”

  1. Inoue disse:

    Saudações NerdMaster.
    Muito bom esses paranerdias científicos,convidados excelentes.
    Contagem regressiva para o Paranerdia numero 100.
    Vida longa e próspera.

  2. Diego Miyabi disse:

    Ótimo Paranerdia.
    Foi bem educativo e a Erika entende muito bem do assunto, escolheu bem os convidados.
    Vida longa e próspera.

  3. ValenteCG disse:

    Muito bom o cast!!! Na medida certa entre engraçado e informativo!!! Meu lembra do meu hamster congelado… fui tentar reanimar ele no microondas… Não deu muito certo… tsc…

  4. Flash-Ray (45 técnico em informática, Serra - ES disse:

    Olá amigo NerdMaster, em primeiro lugar desejo Vida Longa e Próspera a todos, curto muito seu podcast, aliás, fui um dos que lhe pediram para não desistir, quando e um hiato (problema) que teve, bom excelente programa sobre radiação, muito boa a comparação aos heróis (Marvel e DC). Porém houve uma “derrapada” que desejo mencionar.

    O Super-Homem não pode ter a visão de raio-x como a citada nos quadrinhos, pois ele deveria ter um emissor atrás do alvo que ele deseja observar, no caso a Lois, esse feixe atravessaria ela e atingiria os olhos do homem de aço que regularia a sensibilidade a esse feixe, ou por outro lado ele emitisse os raios-x pelos próprios olhos (nesse caso ele não poderia ver essa emissão senão estaria sego pela própria “luz” emitida em seus olhos, mas vamos aceitar que essa luz não seja vista na saída, teremos outro problema, os raios-x são extremamente penetrantes e difíceis de serem refletidos com isso o nosso herói não teria como ver a roupa de baixo de sua amada. Por último, não há como observar cores no ratio-x visto que o que vemos é uma sombra, isso mesmo NerdMsaster, Vitor e Erika, o que vemos impresso na chapa de raio-x é uma sombra pois toda a chapa é sensibilizada diretamente pelo raio, menos as áreas mais densas que “deixam” uma sombra, então, o que vemos na chapa é uma sombra do osso e não uma visão do osso, no mais grande abraço a todos.

    Ps: meu nome é Ronald Santos Pereira, moro mo Parque das Gaivotas, na Serra no estado do Espirito Santo e uso na internet o apelido de Flash-Ray.

    Ah sim quero deixar um alô a todos os integrantes, em especial a menina gênio, Clarice Sena, quando ela volta ao meio podcastal? valeu NerdMaster, até

    • NerdMaster disse:

      Excelente comentário, Ronald. Muito obrigado!

    • Erika_Schmeiske disse:

      Não lembro se comentei que "vê cores", acho que não, mas você observou bem. O chassi (ou "chapa", mas odiamos esse termo) é fotossensível com materiais de "Terras Raras" e não "metais raros" com a ameba aqui falou. Eu realmente não lembro da composição química do chassi, porém de uma maneira simples pode-se dizer que onde a tela do filme fica preta é onde o raio passou 100%, sem atravessar nenhuma estrutura. Onde o feixe de raios-x atinge forma a imagem esbranquiçada – osso – ou cinza (uma escala de cinza ajuda a definir a estrutura atravessada) pois não houve incidência do feixe no filme.

  5. Rodrigo disse:

    Muito bom episodio mas vamos tentar acrescentar alguma coisa a discução entao, o metal pesado presente nas radiografias é prata, mas o aproveitamento é tao baixo e a degradação do plastico é tão mais poluidor que ainda não oferece ganho financeiro ou ecologico que nao compensa a reciclagem do metal.
    ate a proxima
    Rodrigo Souza

    • Erika_Schmeiske disse:

      Rodrigo, obrigada por complementar esse assunto. Realmente não tenho dominio desse reaproveitamento do material. Porém por ele ser contaminante no meio ambiente, existe uma discussão interessante acerca do correto descarte, mas realmente não sei em que pé está.

  6. Guizaum disse:

    Eu me lembro um caso envolvendo radiação. Quando eu trabalhava em um hospital, tive que fotografar vários tipos de lixeiras para fazer um material sobre os rejeitos que o hospital produzia (para uso interno) e vi umas lixeiras de chumbo que eram utilizadas justamente para o descarte de produtos radiativos utilizados na medicina nucelar. Quando eu cheguei lá, o responsável ficou empolgado com a minha visita e começou a me contar coisas curiosas como:

    – O material tem uma meia vida muito curta, então ele deixa de ser radiativo em poucos dias, mas mesmo assim, todo o descarte é colocado nas caixas com chumbo e ficam pelo menos um mês dentro de uma sala igualmente vedada com chumbo, após esse período, eles ainda lavam e retiram todos os rótulos antes de jogarem fora, como disse, para "evitar que a opinião pública encontre 'materiais radiativos jogados fora".

    – O responsável pela área da medicina nuclear, era um dos médicos responsáveis por cuidar dos pacientes que brincaram de guache com o césio 137 lá em Goiás e comentou que eles tinham umas linhas de distância segura que podiam andar e só podiam ultrapassar essas linhas por poucos minutos por dia, para cuidar dos pacientes, que por sua vez, tinham grandes feridas abertas (imagino que no ponto mais crítico de contato) que mesmo após suturado, poucos dias depois voltavam a se abrir. Também contou que como o pessoal era "da roça" eles ficavam andando pelas enfermarias montadas pelo exercito e conversavam encostando nas coisas, lavavam as mãos, bebiam nos copos, e tudo que eles tocavam precisava ser imediatamente substituído, assim como as torneiras, os bebedouros, as privadas, entre outras coisas.

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